Tráfego essencial é todo tráfego controlado, ao qual o órgão ATC proporciona separação, mas que, em relação a um determinado vôo controlado, não está dele separado pelos mínimos estabelecidos.
Um vôo VFR não se constituirá em tráfego essencial para outros vôos VFR, exceto dentro do espaço aéreo classe B.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS
Os espaços aéreos ATS são classificados alfabeticamente de A á G.
a.Separação de tráfego efetuada pelo órgão ATC
- IFR/IFR – classes A, B, C, D e E
- IFR/VFR – classes B e C
- VFR/IFR – classes B e C
- VFR/VFR – classe B
- IFR/VFR – classes B e C
- VFR/IFR – classes B e C
- VFR/VFR – classe B
b.Serviço de controle de tráfego aéreo- IFR – classes A, B, C, D e E
- VFR – classes B, C e D
- VFR – classes B, C e D
c.Aviso para evitar tráfego, quando requerido
- VFR – classes C e D
d.Serviço de assessoramento de tráfego aéreo
- IFR – classe F
e.Somente FIS e AS
– classe G
ALTIMETRIA - DEFINIÇÕES
Altitude – distância vertical entre um nível, um ponto ou objeto considerado como ponto e o nível médio do mar.
Altura – distância vertical de um nível, ponto ou objeto considerado como ponto e uma determinada referência.
Nível – termo genérico referente à posição vertical de uma ACFT em voo, que significa, indistintamente, altura, altitude ou nível de voo.
Nível de cruzeiro – nível que se mantém por uma etapa considerável do voo.
Nível de transição – nível de voo mais baixo disponível para uso, acima da altitude de transição.
Altitude de transição – altitude na qual ou abaixo da qual a posição vertical de uma ACFT é controlada por referência a altitudes.
QNH – Altitude verdadeira – pressão barométrica de um determinado ponto do solo, reduzida ao nível médio do mar, expressa em hPa; quando introduzida no altímetro de bordo, este indicará a altitude do AD, quando a ACFT ali pousar.
QFE – Ajuste a zero – pressão barométrica em determinado ponto do solo, expressa em hPa; quando introduzida no altímetro de bordo, este indicará a altura zero, quando a ACFT ali pousar.
QNE – Altitude pressão – pressão atmosférica expressa em termos de altitude que corresponde a essa pressão na atmosfera padrão.
Obs.: na subida, após a decolagem, o piloto ajustará o altímetro de QNH para QNE, ao passar a altitude de transição. Na descida o piloto ajustará o altímetro de QNE para QNH, ao passar o nível de transição.
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Altura – distância vertical de um nível, ponto ou objeto considerado como ponto e uma determinada referência.
Nível – termo genérico referente à posição vertical de uma ACFT em voo, que significa, indistintamente, altura, altitude ou nível de voo.
Nível de cruzeiro – nível que se mantém por uma etapa considerável do voo.
Nível de transição – nível de voo mais baixo disponível para uso, acima da altitude de transição.
Altitude de transição – altitude na qual ou abaixo da qual a posição vertical de uma ACFT é controlada por referência a altitudes.
QNH – Altitude verdadeira – pressão barométrica de um determinado ponto do solo, reduzida ao nível médio do mar, expressa em hPa; quando introduzida no altímetro de bordo, este indicará a altitude do AD, quando a ACFT ali pousar.
QFE – Ajuste a zero – pressão barométrica em determinado ponto do solo, expressa em hPa; quando introduzida no altímetro de bordo, este indicará a altura zero, quando a ACFT ali pousar.
QNE – Altitude pressão – pressão atmosférica expressa em termos de altitude que corresponde a essa pressão na atmosfera padrão.
Obs.: na subida, após a decolagem, o piloto ajustará o altímetro de QNH para QNE, ao passar a altitude de transição. Na descida o piloto ajustará o altímetro de QNE para QNH, ao passar o nível de transição.
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O QUE É AERÓDROMO?
Aeródromo é uma superficie de terra ou água destinada ao pouso, decolagem e movimentação de aeronaves.
Os aeroportos são aeródromos públicos dotado de instalações e facilidades para apoio de operações de aeronaves e de embarque e desembarque de pessoas e cargas (domésticos, internacionais e internacionais alternativos).
Para que haja condição de operacionabilidade do aeródromo, é necessário:
1 – Condicionantes meteorológicas:
* aberto às operações de pouso e decolagem;
* fechado às operações de pouso e decolagem.
2 – Situação de tráfego:
*Interditado;
*Impraticável.
O que é área de manobras do aeródromo?
Consiste nas pistas de pouso e decolagem (RWY) e pistas de taxiamento (taxiways – TWY).
O que é área de movimento do aeródromo?
Consiste na área de manobras + pátios.
Os aeroportos são aeródromos públicos dotado de instalações e facilidades para apoio de operações de aeronaves e de embarque e desembarque de pessoas e cargas (domésticos, internacionais e internacionais alternativos).
Para que haja condição de operacionabilidade do aeródromo, é necessário:
1 – Condicionantes meteorológicas:
* aberto às operações de pouso e decolagem;
* fechado às operações de pouso e decolagem.
2 – Situação de tráfego:
*Interditado;
*Impraticável.
O que é área de manobras do aeródromo?
Consiste nas pistas de pouso e decolagem (RWY) e pistas de taxiamento (taxiways – TWY).
O que é área de movimento do aeródromo?
Consiste na área de manobras + pátios.
AUTORIDADES AERONAUTICAS
ICAO/OACI, BRASIL, COMANDO DA AERONAUTICA, SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL, SISCEAB, ANAC, DCA, GER, CINDACTA, SAC, DTCEA.
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AERONAVES NO BRASIL
Como se define os tipos de aeronaves no Brasil?
Aeronave é o termo designado aos aparelho manobrável em vôo, que possa sustentar-se e circular no espaço aéreo, mediante reações aerodinâmicas, apto a transportar pessoas ou coisas.
Classificação
As aeronaves classificam-se em civis e militares.
- Consideram-se militares as integrantes das Forças Armadas, inclusive as requisitadas na forma da lei, para missões militares;
- As aeronaves civis compreendem: aeronaves públicas e as aeronaves privadas;
- As aeronaves públicas são as destinadas ao serviço do poder público, inclusive as requisitadas na forma da lei; todas as demais são aeronaves privadas."
Marca de nacionalidade e matrícula.
O certificado de matrícula de aeronaves civis é expedido pela ANAC e faz parte do Registro Aeronáutico Brasileiro – RAB. A OACI estabeleceu 5 grupos de 2 letras (PP / PR / PS / PT /PU) para identificar o prefixo da aeronaves brasileiras, que são seguidos por 3 letras que identificam a matrícula (MAK – PRQ– VLA – CAS).
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Classificação
As aeronaves classificam-se em civis e militares.
- Consideram-se militares as integrantes das Forças Armadas, inclusive as requisitadas na forma da lei, para missões militares;
- As aeronaves civis compreendem: aeronaves públicas e as aeronaves privadas;
- As aeronaves públicas são as destinadas ao serviço do poder público, inclusive as requisitadas na forma da lei; todas as demais são aeronaves privadas."
Marca de nacionalidade e matrícula.
O certificado de matrícula de aeronaves civis é expedido pela ANAC e faz parte do Registro Aeronáutico Brasileiro – RAB. A OACI estabeleceu 5 grupos de 2 letras (PP / PR / PS / PT /PU) para identificar o prefixo da aeronaves brasileiras, que são seguidos por 3 letras que identificam a matrícula (MAK – PRQ– VLA – CAS).
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
O QUE É SEGURO RETA?
A contratação do SEGURO RETA é obrigatória para todo o explorador (proprietário ou arrendatário), conforme previsto na Lei 7.565 (Código Brasileiro de Aeronáutica) e no apêndice B do RBHA 47, nos limites estabelecidos no comunicado DECAT 001/95 de 23/01/95 do IRB – Instituto de Resseguro do Brasil, bem como pela Resolução nº 37 da ANAC, de 07 de agosto de 2008.
O SEGURO RETA tem como finalidade amparar danos materiais e corporais causados a terceiros e passageiros na utilização de sua aeronave, sendo que seu controle e fiscalização é realizado pela ANAC.
O aditivo B, considerado como garantia RETA, inclui os seguintes reembolsos: ao segurado em caso de acidentes envolvendo passageiros, tripulantes e pessoas no solo, na ocorrência de morte, invalidez permanente, incapacidade temporária e assistência médica e despesas complementares. Ao segurado em relação a danos causados a bens de terceiros que estejam no solo e ao segurado por danos ou colisão em outras aeronaves.
A comprovação da contratação do SEGURO RETA é feita mediante a apresentação da apólice de seguro ou certificação de seguro aeronáutico, em que conste o nome do segurado, explorador, a especificação das classes seguradas de acordo com a categoria de registro, o prazo de vigência e o comprovante de pagamento do prêmio.
Consulte a El Hage Seguros e obtenha mais informações sobre a realização do SEGURO RETA.
Fonte: Lei 7.565, de 19 de dezembro de 1986 (Código Brasileiro de Aeronáutica) / RBHA 47 / comunicado DECAT 001/95 de 23/01/95 do IRB – Instituto de Resseguro do Brasil / Resolução nº 37 da ANAC, de 07 de agosto de 2008. http://www.pilotopolicial.com.br/o-seguro-aeronautico-como-garantia-da-responsabilidade-civil-do-estado/
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